Em memória de Júlio Dias de Queiroz.

Bom ler seus escritos. Sempre aprendo e ficam aspirações de desvendar como faz para criar relatos que nos fazem sempre querer chegar ao parágrafo seguinte.

Viver. Morrer. Você divaga e navega nestas correntes difíceis de aceitar ou concordar com tantas indagações, sempre sem respostas convincentes. Mas, na verdade, até me convenceu de que nascemos tantas vezes que, talvez, até possamos continuar vivendo…

Basta ser um bom escritor … talvez, um bom filho … ou (quem sabe?) um bom amigo como o seu velho mestre que faleceu aos mais de noventa anos. Foi seu amigo, seu mestre e seu leitor.

Você teve a humildade e a gentileza filial de reconhecer o saldo positivo das cartas trocadas. Sugestões singelas que o inspiravam a pensar no futuro e no que passou e (o pior) nas duas implacáveis certezas: a existência do nascer e do morrer. Por tantas vezes e por tantas causas.

E, quanto mais vivemos, amigo Mario Tessari, mais fingimos não acreditar no fim.

É alta madrugada. Vamos ao descanso.

Fraterno Abraço

Pedro Paulo Pamplona Vieira Peixoto

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